3 regras que os operadores precisam conhecer antes de decolar para as Olimpíadas

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A 50 dias da abertura dos jogos Olímpicos do Rio 2016, o mercado de aviação continua se movimentando para atender a demanda temporária, não só dos aeroportos da capital fluminense, mas também para outras localidades que receberão competições do evento, como Manaus, Brasília, São Paulo, Salvador e Belo Horizonte.

Com a contagem regressiva perto do fim, é hora de preparar a viagem. As autoridades brasileiras atualizaram as regras referentes à operação aérea durante os jogos olímpicos do Rio de Janeiro, que começarão em agosto.

Publicada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), a Circular de Informações Aeronáuticas (AIC) estabelece alterações temporárias no espaço aéreo e nos procedimentos que devem ser seguidos pelos pilotos. Há diversos pontos específicos que os operadores da aviação geral devem conhecer antes de voar para os locais de realização dos jogos.

Em nosso website, que contém uma página exclusiva para as Olimpíadas Rio 2016, disponibilizamos não só a última circular do DECEA, como um resumo das informações aeroportuárias mais relevantes para os usuários da aviação executiva.

Veja abaixo três determinações que todos os operadores precisam conhecer para evitar transtornos durante os jogos olímpicos:


1 – Restrições do espaço aéreo

Foram criadas áreas de exclusão nas localidades onde ocorrerão competições dos jogos olímpicos. As áreas serão divididas em:

Reservada (ou branca) Serão aplicadas regras específicas para a utilização do espaço aéreo.

Restrita (ou amarela) – Localizada dentro da área branca, terá a finalidade de limitar o acesso a movimentos aéreos específicos que se enquadrem nos critérios estabelecidos pela Autoridade de Defesa Aeroespacial.

Proibida (vermelha) – Situada na área amarela, poderá ser acessada apenas por aeronaves autorizadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra).

Os limites laterais e verticais, os centros das áreas de exclusão, seus respectivos raios de comprimento e os dias e horários de ativação, estão descritos na publicação do DECEA, disponível em nosso hotsite Olimpíadas Rio 2016.

 

2 – Apresentação do plano de voo

Para voar nas áreas branca, amarela ou vermelha, os operadores deverão apresentar o plano de voo completo (PVC) com, no mínimo, 1h30 de antecedência do início da ativação das áreas de exclusão. No PVC deverão constar – além de outros itens obrigatórios – os aeródromos de alternativa pós-decolagem, de alternativa em rota e de alternativa de destino, conforme previsto nas legislações em vigor.

 

3 – Alocação de slots

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já realizou a alocação dos slots para voos comerciais regulares (domésticos e internacionais) e voos comerciais não regulares (domésticos e internacionais). A Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC/PR) ficará responsável pela alocação das aeronaves que transportarem Chefes de Estado, de governo e VIPs, os quais serão determinados pelo Governo Brasileiro.

Já a alocação das aeronaves de serviços aéreos privados, especializados públicos e de táxi-aéreo serão coordenadas pelo Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA). Até o momento, as autoridades ainda não disponibilizaram os slots para a aviação geral.

Para garantir uma operação tranquila durante os Jogos Olímpicos, é fundamental ter o apoio de uma empresa de aviação executiva com vasta experiência em operação de aeronaves e em grandes eventos. Na Copa do Mundo 2014, por exemplo, a Líder Aviação atendeu mais 620 aeronaves e quase 60 mil passageiros. Para saber mais sobre os nossos serviços, clique aqui.

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